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Pais, heróis!

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Obrigado e Parabéns, Anápolis!

Hoje é um dia especial. Anápolis, minha terra natal, cidade escolhida para a morada dos meus pais, vindos da distante Lizarda, no Estado do Tocantins, está completando 112 anos. Aqui, tenho as minhas raízes: a esposa; os filhos; minha mãe, aos 92 anos de idade; dois irmãos (de uma prole de sete, um falecido); amigos; colegas de trabalho e profissão; enfim, muita gente que também compartilha este sentimento que tenho pela Cidade e, certamente, cada um tem também a sua importante contribuição.   Comemoro esta data agradecendo. No ano passado, no aniversário dos 111 anos de Anápolis, fui um dos agraciados com a Comenda “Gomes de Souza Ramos”, a mais alta honraria do Município. Uma honra e uma grande responsabilidade. Entretanto, faço sempre os votos de continuar contribuindo com o meu trabalho e com o meu esforço para que a nossa cidade esteja sempre no bom caminho, ou seja, o caminho da paz, da justiça, da prosperidade, da alegria, da fé, da amizade. Enfim, que todos os horizontes poss…

Meu Araguaia...!

Julho é um mês importante para Goiás e os goianos, afinal, é a temporada do Araguaia que leva milhares de pessoas para curtir o rio mais charmoso do Estado. Além, do contato com a natureza exuberante formado pelas suas águas, areias, fauna e flora, o Araguaia, claro, é um lugar ideal para se curtir a juventude.    Sim, e lá vamos nós: eu, Márcio e Celso para uma aventura no Araguaia, no alto da temporada, cheios de razão, num Corcel vermelho ano 73, pouco dinheiro no bolso e animação de sobra. Pegamos a estrada com destino a Aruanã, onde tínhamos como referência um acampamento de um capitão e sua família, pioneiros nos acampamentos naquela região. Assim, tínhamos uma referência e uma beirinha para encostar.    A viagem na ida foi tranquila. Até de mais, já que o possante Corcel 73 não poderia passar dos 80 Km por hora, senão quebrava uma tal de cruzeta. Saímos bem cedinho e, já com o por do sol, lá estávamos nós, à beira do Araguaia. O pessoal do acampamento do capitão nos recebeu c…

Eventos marcam celebração dos 112 anos de Anápolis

Neste mês de julho, Anápolis comemora 112 anos de emancipação político-administrativa. Desde o último 02/07, a Prefeitura de Anápolis iniciou a programação oficial com o lançamento dos programas Graduação e Integração e a retomada das obras da Unidade Básica de Saúde do Leblon. Nesta terça-feira, 09/07, o calendário festivo tem sequência com a assinatura da ordem de serviço para a construção da UPA Norte. O evento será às 18 horas. Na quarta-feira, 10, será entregue a Praça São Sebastião, no bairro de mesmo nome, na Rua Paraguai, às 19 horas e, na quinta-feira, 11, o Prefeito Roberto Naves estará fazendo a retomada das obras de construção da Unidade de Saúde Vila Norte, às 18 horas. No dia 17, a programação prevê a inauguração da Central Especializada em Distribuição de Medicamentos, às 18 horas. No dia 18, a Prefeitura entrega dois equipamentos de saúde, um mamógrafo de 64 canais e três aparelhos de raio-x digital. Os eventos serão às 8 horas e 9 horas, respectivamente. Já no dia 19…

Amigos, simplesmente!

Na vida, colecionamos muitas amizades, muitos momentos que, com certeza, dariam um livro. Todos temos o livro de nossa da história e o escrevemos muitas vezes sem nos darmos conta de que o fazemos, ainda que este livro seja sempre um registro de lembranças, doces lembranças, da nossa memória. Na infância, encontrei com um ser humano especial que se chamava Fúlvio, de uma tradicional família. O pai era um médico conceituado e dono de um hospital. A mãe, pelo que consta, era dona de casa muito dedicada e...brava! Mas, voltando ao amigo, ele era acometido de uma doença- hemofilia- e esta doença impedia que ele tivesse uma locomoção normal. Na nossa infância, era eu quem quase sempre estava empurrando o skate em que o Fúlvio deslizava pela Praça das Mães nas nossas brincadeiras. E olha que o piso não era muito adequado, com pequenas pedras quadradas. Mas, isso não fazia importância, afinal, o juízo era pouco. Quando o tempo estava bom (o clima e a paciência da mãe do Fúlvio), nós tomávam…

A praça era do povo – Parte II

A Praça das Mães, durante muitos domingos, era frequentada por jovens e adultos que faziam uma feira espontânea de troca de gibis, uma leitura que era compartilhada por quase todos já que, na época, ainda não havia computador, internet, celular. Dá um Tio Patinhas, pega um Tex (quadrinho de cowboys muito famoso na época). Dá um Turma da Mônica, pega um Recruta Zero... era assim, mais ou menos, e a leitura da semana ficava garantida. Uma coisa simples, mas muito gostosa e saudável. Havia também, em algumas ocasiões, os concorridos concursos de pipa - ou papagaios e raias - como alguns chamavam- e, nesses dias, o céu da Praça das Mães se coloria com as obras de arte em papel, linhas e colagens que deslizavam de um lado por outro, ao sabor do vento. Infelizmente, já tinha na época a turma que gostava do mal feito e passava cerol para fazer guerra e derrubar a pipa de outro menino. Quando não havia dinheiro para montar uma pipa bem legal, a gente fazia com papel de jornal mesmo e grude, …

A praça era do povo I

Praça das Mães, número 163. Este foi, por algumas décadas, o nosso endereço. Meus pais - Edésio e Consuelo - eu, que lá cheguei ainda bebê, e os irmãos: Rosa, Márcio, Conceição, Alberto, Ailton e José (e, também, o Ismael), dividíamos os cômodos da casa, além da parentada que vinha de longe se hospedar, sobretudo, quando faziam algum tipo de tratamento nos hospitais da cidade. A nossa movimentada casa ficava na esquina de um logradouros que, à época, era considerado um dos principais cartões postais de Anápolis: a Praça das Mães. Um ponto de encontro da garotada, dos casais de namorados, das famílias. Ali, sempre havia alguém de manhã, à tarde ou à noite. Não havia medo. De fato, a praça era do povo! Havia muito espaço na Praça, calçadas de pedras, muita grama, coqueiros e pequenos jardins com muitas margaridas brancas. O gramado era cuidado com esmero por um “vigia” conhecido pelo apelido de “Pára-raio”. Justificava-se este apelido, pela velocidade que ele empreendia quando ia nos …