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Mensagens

Uma crônica para o Dia do Jornalista

    O tempo passa...o tempo voa!... E o baú de recordações vai se enchendo de memórias. Mas a nossa memória às vezes não consegue ser tão precisa quanto a memória de um computador. Entretanto, independente da precisão, vale o registro. E, nada como registrar 30 anos passados em uma profissão. Para não cansar com o famoso “textão”, já aviso logo que esta crônica poderá ser dividida em partes. E a primeira delas seria essa:    Meus primeiros passos no jornalismo começaram a ser dados há três décadas. Me formei no meio do ano de 1989, três anos e meio depois de ingressar no curso da, então, Faculdades Integradas de Uberada (Fiube), hoje, Universidade de Uberaba (Uniube). Não que eu fosse exatamente um aluno exemplar, mas, naquela época, o sistema de créditos permitia fazer o tanto de matérias quanto fosse possível no semestre e, então, adiantei algumas e consegui formar-me com um semestre de antecedência, fora da minha turma original.    Nã...

Vamos vencer!

  Estamos vivendo uma guerra. Não exatamente, uma guerra bélica, com armas. Mas uma guerra em que há um inimigo que, mesmo invisível, ataca pessoas de todas as etnias, de todas as classes sociais e em todos os cantos do mundo. É um inimigo poderoso, que está provocando a paralisação de economias, de atividades do cotidiano das pessoas, levando-as a ficarem em casa.   Mesmo com todo esse poder, o inimigo dessa guerra não é invencível. Ele não tem algumas armas que temos, como a inteligência, o discernimento e a fé. Só precisamos usá-las, agora! Nossa tática de guerra é baseada na defesa, ou seja, evitando que o inimigo nos encontre, vamos enfraquecê-lo cada vez mais, até a sua total eliminação.   Ao nos recolhermos em casa, muitas vezes, nos distanciando de pessoas que a gente ama, não estamos fazendo outra coisa, senão nos armarmos de sabedoria, fé e discernimento. Além disso, precisamos de tranquilidade e paciência, pois essa guerra pode ser muito duradoura o...